Fica quente. As pessoas morrem. Essa é a dura realidade.
Mas quantos?
Esse número muda à medida que os estatísticos desvendam causa e efeito. Estamos falando da Inglaterra e do País de Gales. O calor do verão não era apenas desconfortável, era mortal.
As autoridades usam o “excesso de mortes” para rastrear isso. Não apenas insolação. Eles procuram picos na mortalidade por todas as causas. Alguém com coração frágil falhou por causa do calor? Se sim, o contador aumenta.
Os números não se acalmam rapidamente
Os dados saem em lotes. É um trabalho complicado.
Os primeiros relatórios nos deram um piso, não um teto. À medida que mais dados chegam do Escritório de Estatísticas Nacionais (ONS), o número aumenta. Você está lendo as manchetes agora. Esses números podem ser maiores na próxima semana. Então, novamente no próximo mês.
É um indicador de atraso. Quando a contagem parece “final”, a temporada já acabou.
Quem está se machucando?
Nem todos. Principalmente pessoas mais velhas. Aqueles que já vivem com problemas de saúde subjacentes.
“O calor atinge mais os vulneráveis.”
Não é justo, mas é consistente com todos os outros relatórios sobre ondas de calor. Os ricos ficam em hotéis legais ou têm unidades sofisticadas de AC. Os pobres cozinham em apartamentos sem isolamento.
O que isto significa?
As alterações climáticas não são uma ameaça futura. É um custo atual.
Estamos prontos?
Provavelmente não. Construímos cidades para a chuva. Não construímos para quarenta graus Celsius. Observamos os corpos se acumulando nas estatísticas e depois esperamos pelo próximo verão.
A contagem ainda está aumentando.
