A física iniciou a tendência.

No início do século XX.

A matemática era estranha. A realidade parecia estranha.

A mecânica quântica exigia respostas sobre a verdadeira natureza das coisas. A maioria dos físicos não se importava com a filosofia. Eles deram de ombros e disseram algo semelhante a “calar a boca e calcular”.

Resposta simples.

Conveniente.

Este mantra pegou. Tornou-se um grito de guerra não apenas para a física quântica, mas para a ciência em geral. Os cientistas muitas vezes ignoram modos de conhecimento que não podem colocar numa calculadora. Consciência? Deixado para os filósofos. Modelos de mudanças climáticas? Claro, aqui estão as projeções de emissões, mas não pergunte sobre as consequências políticas, porque isso vai muito além dos dados.

Medo de sair da pista.

Achamos que a ciência é a melhor maneira de dar sentido ao mundo. Em Novo Cientista? Sim. Obviamente.

Mas melhor não significa apenas.

Uma abordagem mais pluralista realmente funciona. Você pode colher benefícios intelectuais. Especialmente quando se trata de questões pesadas como “de onde vêm as leis naturais?”

Mas vamos deixar isso claro.

Você traz filosofia para o laboratório, mas não permite que ela traga dogmas. Você não chuta evidências para o meio-fio. Se você fizer isso, você perde o quarto.

Lembra da “teia de madeira”?

A ideia de que as árvores compartilham nutrientes através de redes subterrâneas de fungos.

A ecologista Suzanne Simard o popularizou. A reação foi real.

As pessoas acharam que ela exagerou no que as evidências poderiam realmente apoiar.

Isso não foi a filosofia falhando na ciência.

Foi um aviso.

Não descarte a filosofia da mesma forma que os físicos da velha escola descartaram a realidade. Veja isso como uma ferramenta. Uma chave inglesa na caixa.

A ciência não detém o monopólio das boas ideias.

Nunca fiz isso.

Bem-vindo ao conhecimento de outro lugar. Basta verificar suas citações primeiro.